Mostrando postagens com marcador ação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ação. Mostrar todas as postagens

18.6.15

Red Dawn - Amanhecer Violento

Refilmagem do homônimo de 1984. Numa tranquila manhã, uma pacata cidade do interior dos EUA é invadida pelo exército norte-coreano. A cidade é facilmente rendida e sitiada. Uma guerra de guerrilha é travada por adolescentes sem experiência, o Wolverines, contra a ocupação estrangeira que tenta subjugar e, ao mesmo tempo, ganhar a simpatia dos cidadãos. Direção, fotografia e música sem grande destaque. O roteiro respeitou o original o máximo que pode mas não surpreendeu nem cativou como anterior, no entanto, é um bom entretenimento.

14.5.15

Transformers 4 - A Era da Extinção

Valores duvidosos. Motivações complicadas. Falta absoluta de qualquer verossimilhança. Narrativa frágil e complicada. Completa ausência de coerência. Direção confusa e poluída. Filme longo. Argumentos óbvios. Falta de respeito à continuidade de tempo e de espaço. Piadas sem timing. Explicações vagas. Justificativas vazias. Muito merchandising. O filme vale pela qualidade do áudio e dos efeitos visuais. Pela fotografia magnífica. Pelos ângulos e movimentos de câmera incomuns. São duas horas e meia de ação e espetáculos megalomaníacos. Chicago. Alguma cidade chinesa. Destruição. Explosão. Tiros, bombas e armas dos mais variados tipos e tamanhos. Nenhum dos personagens humanos dos filmes anteriores. O que mais me incomoda é como os alienígenas se referem aos humanos, como uma massa de indivíduos totalmente desprovidos de identidade, personalidade ou individualidade, especialmente o Optimus Prime que fala com cada pessoa como se pudesse responder pelas ações de toda humanidade.

30.4.15

Sabotagem

Um clássico do enlatado americano. Direção inconsistente e vacilante. Fotografia abaixo da média. Trilha sonora imperceptível. Roteiro tosco. Diálogos non sense. Humor fora de timming. Enfim, tirando a produção nada presta neste filme. É uma ofensa a qualquer lapso de inteligência. Nem a perseguição de carros é verossímil. As motivações de todas as personagens são esdrúxulas. O desenvolvimento da trama é forçado e cheio dos piores clichês. O desfecho é o maior de todos os absurdos - além de inteiramente óbvio. O Cuba Jr. tá fodido com o seu empresário. Como é que o cara se nega a ser coadjuvante nos filmes da Marvel para ser num filme B deste? O papel dele é ínfimo aqui apesar de ter alguma importância nas sequências finais. Não entendi a proposta. Era uma homenagem aos "filmes brucutus" anos 1980 ou uma vitrine para vendas de armamentos? O chefe de uma equipe Federal de combate ao narcotráfico tem sua esposa e filho assassinados por um cartel de drogas mexicano. Meses depois, ele é sua equipe roubam 5% de 200 milhões de dólares numa operação contra o tráfico. Sem necessidade, eles tocam fogo em 190 milhões e passam seis meses sendo investigados pela própria polícia por causa de 10 milhões. (Dá licença! Como assim? Os caras torraram 190 à toa e vão ser questionados por causa de 10? Se tocaram fogo no dinheiro como dariam falta desse valor?) O dinheiro roubado sumiu e a desconfiança toma conta da equipe. Quando são reintegrados, eles começam a morrer um a um. Uma detetive da polícia começa a investigar os crimes, mas não descobre nada por si. Tudo que descobre é porque acaba sendo usada como uma confidente dos membros da equipe. [SPOILER] Por fim, existia um traidor no grupo (Dâ...). Vai piorar. Quando você souber o que o cara fez com o dinheiro roubado depois de tudo que aconteceu (fazer todo mundo passar seis meses num inferno de investigações, causar a morte de todos da equipe e de muitos inocentes), você vai concordar comigo. Ele simplesmente viajou sozinho ao México, colocou todo dinheiro sobre a mesa de um policial, descobriu o endereço do cara que matou esposa e filho e, sozinho, vai lá e mata geral. Para um fim digno e triunfal, o protagonista acende um charuto num ambiente de luz difusa e esfumaçado. Taqeopareu! Se o cara conseguiu fazer sozinho, por que não foi lá com a equipe? Se fuder, que filme ruim do caralho!

9.9.14

Linha de Frente (Homefront)

Roteiro de Silvester Stallone. Com Rinona Rider,  Jason Stathan e grande elenco. A trilha sonora é ótima e conta com Black Keys. As personagens são inconsistentes e a dinâmica é alternada entre lenta em muitos momentos e ultra rápida em certas sequências. As motivações também não são nada originais. A direção de lutas e coreografias são pouco inspiradas apesar de apresentar algumas boas tomadas. A fotografia não é primorosa mas tem seus bons momentos também. A prisão de um traficante e a morte de seu filho é o grande motivador de tudo no filme. A morte da mulher de um agente da narcóticos o faz levar sua filha para uma pequena cidade do interior dos EUA onde a mãe da garota cresceu - curiosamente não aparece nenhum único parente distante da família da mãe da garota na trama toda. Na nova escola a garota sofre bulliyng (intimidação) e revida com uma surra no garoto. A mãe do menino é viciada em crack e uma barraqueira da porra (outra personagem sem consistência) que chama o irmão traficante pra dar uma lição no pai da garota. Ele descobre que o tal pai é  o agente infiltrado responsável pela prisão de um poderoso traficante e a morte do filho dele. Ambicionando se tornar o grande produtor de crack de todo Estado ele avisa ao traficante preso a localização do policial. Uma gangue de motoqueiros bandidos da pesada são enviados para matar o policial. O maior problema do filme é a construção das personagens e suas participações. Tudo é muito pouco provável e é colocado lá apenas para justificar a violência explícita. O protagonista faz um amigo esporádico que o ajuda na reforma da velha casa de fazenda que tem um papel crucial no filme sem ter realmente nenhum envolvimento direto na trama. Outra inconsistência é a filha incentivar o pai a catar a sua nova professorinha e ao mesmo tempo chorar de saudades da recém falecida mãe. É um filme pra olhar, não para ver.

2.9.14

Parker

A fotografia é de encher os olhos. Os textos são elaborados, inteligentes e engraçados. A qualidade da produção é realmente fabulosa. A direção é muito boa e tem um estilo grandiloquente de apurado requinte estético. Com Jason Stathan e Jennifer Lopez. Um ladrão cheio de valores morais e senso ético se nega a participar de um roubo. Seus parceiros do roubo anterior tentam lhe matar e não dão a sua parte. Ele em busca de justiça caça seus antigos parceiros que, ao mesmo tempo, enviam um assassino profissional para matar a ele e sua família. Com a ajuda de uma corretora de imóveis de alto padrão da Flórida ele consegue se vingar, recuperar o que lhe deviam e ainda retribuir generosamente toda ajuda que recebeu. Com muita bala e boa sequências de luta e perseguição, o filme convence bem em todo conjunto. Diverte, enterte e encanta.

19.8.14

A Lenda de Grendel

Boa narrativa com textos convincentes e bem elaborados. Gérard Butler é Beowolf, um visigodo famoso por suas vitórias em batalhas diversas. Sabendo da existência de um troll num reino da Dinamarca viaja para lá com seus amigos para dar fim ao terror provocado pelo troll. É a melhor versão desta lenda que vi até agora. Desde a fotografia, a música, as personagens, até a direção. É um filme que respeita os mitos e seus ensinamentos. Com boas cenas de luta, figurino fidedigno e citações convincentes da emergente religião cristã.

29.7.14

Jogo Bruto

A trilha sonora é muito boa. A direção também é valoroza. A fotografia é locações são pouco qualificadas apesar de ser extremamente favorecidas pela beleza de Chicago. O que estraga o filme é o roteiro mesmo. Confuso e cheio de piadas fora de timming. Um policial injustiçado torna-se xerife de uma cidade do interior (o que frustra sua bela e insossa esposa. O filho de um policial da cidade grande é morto numa operação por mafiosos traficantes. Seu desejo de vingança o faz propor ao injustiçado a redenção se ele vingar a morte do filho numa operação ilegal. A trama é tosca e confusa. Policiais honestos e corruptos interagem com bandidos egoístas e ambiciosos. São quatro grupos de pessoas: policiais brigando entre si e bandidos brigando entre si. Por fora chega Schwarzenegger, todo bonzão, botando areia na bagunça. Ele passa o filme todo pra se infiltrar e quando tudo caminha bem uma grande merda faz ele entregar o jogo o matar todo mundo sem sofrer quase nenhum arranhão. É bala pra todo lado. De pistola, revólver, espingarda e vários tipos de metralhadora. Morre mais gente que o carai e no fim ele dá  250 mil dólares pra uma vagaba e vai fazer coaching pro seu ex-chefe baleado.  É diversão sádica e entretenimento fútil, ou seja, bom filme.

22.7.14

X-Men Dias de um Futuro Esquecido

Muito aquém do que eu esperava. O traje da Mística está tosco e nem de longe lembra o deslumbre da época da Milla Jovovich. O roteiro é uma enganação de pseudo complexidades vazias e sem sentido. Não é um filme sério e despreza a inteligência do espectador. Nivela por baixo e agrega pouco ao universo Marvel. Totalmente diferente da HQ a qual faz referência, acho que deveriam até ocultar o comparativo posto que é infinitamente inferior. Está tudo errado no filme e nada me convenceu. A bem da verdade lutei para não dormir diante de tanto blá blá blá sem sentido. Wolverine é enviado para suas lembranças no passado e passa a viver de novo na década de 1970. Precisa evitar que Mística mate o cientista responsável pelo Projeto Sentinela que no futuro matará mutantes e humanos e implantará uma espécie de supremacia das máquinas. Muitas premissas estão equivocadas no filme mas a pior delas é a que justifica a importância crucial da Mística. Os Sentinelas aprenderam a reproduzir o mesmo poder dos mutantes por causa do sangue da Mística, sendo que o poder dela é apenas de imitar formas não imitar poderes, quem absorve e repete poderes é a Vampira que nem aparece neste filme. Mesmo as cenas de ação não me convenceram, por exemplo, aquela do #nãovaitercopa do Magneto foi absurda e despropositada. Enfim, vale assistir mas sem expectativa alguma.

23.6.14

Hércules

Filme B completo. Mal filmado, mal dirigido, mal roteirizado, mal musicado, mal fotografado, enfim, uma ofensa a nossa inteligência. Mas é um bom filme pra 'Sessão da Tarde'. Erros crassos de continuidade e defeitos especiais desoladores. Hércules merecia um filme melhor. Os personagens são mal elaborados e até o protagonista é absurdamente inconsistente. Nota-se claramente a influência descarada de "300" e "Gladiador". É tão cheio de clichés que irrita.  Confesso que tinha leves expectativas devido o potencial do herói mas destruíram a lenda. Anfitrião é um rei ciumento e ao ver sua mulher gemendo entre os lençóis sente que está sendo traído e cria com diferença seus dois filhos. Ao crescer Hércules - que na verdade é Alcides - se apaixona e é correspondido por uma jovem que é prometida ao seu irmão. Hércules é enviado a uma emboscada pelo próprio pai. Capturado, é vendido como escravo e ganha a liberdade lutando como gladiador. Com a ajuda de um fiel soldado recruta soldados do pai para combater sua tirania e tomar o trono. E tudo corre bem no reino do filho de Zeus...

16.6.14

Godzilla (2014)

É o melhor filme de monstros gigantes já feito. Os testes nucleares que deram origem a Guerra Fria na verdade eram tentativas de destruir seres extraterrestres de dezenas de metro de altura. A história é convincente, a direção é cativante, a música empolgante e tudo no filme é cadenciado e envolvente. Muita destruição no melhor estilo fim dos tempos. Uma mistura qualificada de Transformers, Jurassic Park e Independence Day.

9.6.14

Os Três Mosqueteiros (2011)

Engraçado, ótimos efeitos especiais, sequências criativas e excessos tecnológicos incompatíveis com o mínimo de bom senso histórico. É um filme anti pedagógico - em sentido amplo - apesar das boas frases, do vocabulário clássico e tiradas originais. Com personagens extremamente estigmatizados o filme conta, superficialmente, as relações políticas entre a França e a Inglaterra, a puerícia do jovem rei francês, as estruturas tecnológicas, militares, econômicas e sociais da França pré-Revolução, etc. Os erros de continuidade são frequentes e muitas das motivações são pouco verossímeis. A trilha sonora é composta de uma mistura clássica-moderna bem adequada. É um filme feito para entreter a família simplesmente.

23.4.14

Thor 2 - O Mundo Sombrio

Com uma fotografia escura e grandes efeitos visuais. Muitas tiradas cômicas e situações hilárias entre pancadaria e espetáculos sonoros. Elfos negros reencontram um poder há muito escondido. Eles querem aproveitar a confluência dos nove mundos para destruir o Universo e trazer de volta as trevas generalizadas. Thor contraria as ordens de Odin libertando Loki e resgatando sua amiga terráquea que foi incorporada pela energia do poder maligno. Ambientado em vários mundo sendo Greenwich, Londres, a locação terrena. É um filme muito rico em elementos históricos do mundo Marvel e faz várias referências a outros filmes especialmente aos Vingadores. É como nos gibis. Adoro isso.

21.4.14

Homem de Ferro 3

É muito divertido. O elenco é carismático e a história é boa. Frases de efeito e um certo sarcasmo compõem os diálogos. Os efeitos visuais e sonoros são fabulosos. Um cientista amargurado forja um inimigo da humanidade - americana - chamado Mandarim. Bem diferente do personagem das HQs. Uma manipulação genética permite que órgãos mutilados se recomponham mas ao mesmo tempo dá ao organismo características de uma bomba. Com intuito de tomar grandes investimentos e o apoio do Governo, um cientista contrata um ator e simula uma onda de ataques terroristas. O Homem de Ferro usa suas dezenas de armaduras para combatê-lo. O filme deixa a desejar quando não exibe com mais detalhes das muitas diferentes armaduras.

8.1.14

Kick-Ass 2

Começa exatamente de onde parou o primeiro. Tecnicamente é tudo muito parecido com o primeiro: direção, fotografia e trilha. Não pude deixar de perceber na trilha sonora a versão em espanhol de uma famosa música da banda brasileira da década de 1970, "Secos e Molhados". Que achado! O roteiro é mais melancólico que o primeiro e se prende em conflitos sentimentais do mundo adolescente. Após Kick-Ass, milhares de super-heróis mascarados se proliferaram pelo mundo e a cidade agora está infestada de pseudo-justiceiros mascarados que praticam mais boas ações comuns e menos o crime propriamente. O filho do gangster assume os negócios do pai logo que sua mãe morre numa máquina de bronzeamento artificial e decide montar um exército de vilões para matar Kick-Ass. Hit-Girl passou a morar com um velho amigo policial de seu pai e ele a fez prometer viver como uma garota comum e esquecer que um combateu o crime ao lado o pai mas Kick-Ass precisa da ajuda dela. Novamente, a discussão intergeracional se manifesta e se torna um dos pontos de motivação para várias situações na história. É  legal mas não tão bom quanto o primeiro.

7.1.14

Kick-Ass

Violento e engraçado. Ótimas sequências de ação. Coreografia de lutas incríveis. Trilha sonora empolgante. Muitas, muitas frases de efeito. É um filme violento com cores felizes e vibrantes. Subjetivamente, trata de conflitos de gerações e de sociabilidade juvenil. Um garoto comum cria um personagem baseado em histórias em quadrinhos e assume a identidade de um super-herói. Tudo muito caricato. Paralelamente um ex-policial treina sua filha pré-adolescente em artes marciais e no uso de armas diversas. Pai e filha usando disfarces começam a atrapalhar os negócios sujos de um poderoso gangster da cidade. Entre trapalhadas, tiros e sangue toda a cidade se envolve nas confusões protagonizadas pelo herói fajuto através de vídeos postados na Internet. O filho adolescente do gangster se assume também um herói e através de e-mails se próxima de Kick-Ass para conquistar  sua confiança e conseguir pegar os verdadeiros responsáveis pelos prejuízos nos negócios do pai: Big Daddy e Hit Girl. A direção ficou muito ritmada e ligeira com boas referências à dinâmica dos gibis de  quadrinhos e a games de console e de computador. A fotografia também é ótima mas não se aproxima dos esplendores das graffic novels. O figurino é cafona e de gosto duvidoso mas é tudo bem realista. Divertido.

12.11.13

Oz - Mágico e Poderoso

Conta como o mágico de Oz chegou a Cidade das Esmeraldas e tornou-se o que é (como mostrado no Alice no País das Maravilhas). É legalzinho. Oz é o Duende Macabro do filme do Homem-Aranha, pouco carisma... Oscar é um mágico canastrão em Kansas e quando fugia de um credor no circo onde trabalhava é atingido por um tornado e... Bum! País das Maravilhas, Cidade de Oz! Bruxas boas, bruxas más, etc, etc.

1.11.13

O Cavaleiro Solitário

O tal cavaleiro solitário passa a história toda acompanhado. Os efeitos visuais dão ao filme um aspecto peculiar. A computação gráfica é onipresente e nada disfarçada, pelo contrário, parece até uma proposta estética. O figurino e as locações são perfeitamente caracterizados. O humor é agradável e leve. Um advogado idealista e índio amalucado. Toda exuberância natural do Texas é lindamente fotografada. Sequências de ação mirabolantes. O roteiro é óbvio mas não decepciona. Muito bem contextualizado. A história se passa poucos anos depois do fim da Guerra Civil Americana e retrata de forma icônica diversos elementos das origens culturais e do passado histórico do EUA. Os conflitos indígenas, a corrida por metais preciosos, o progresso tecnológico (ferrovias, relógios, câmeras fotográficas, metralhadoras, etc.), migração chinesa e outras coisas. Tudo contado de maneira - superficial e - divertida. Tem muitos momentos engraçados mesmo. Boas sequências de ação, boas piadas, boas paisagens, boa direção e relativamente violento para os padrões Disney. Particularmente eu tive muitos lapsos de memória recursivos por causa da música e dos símbolos (estrela dos Texas Rangers, a indumentária country, etc.) que remontam a uma infância que julgava esquecida, minha primeira infância. Adorei este filme. Carismático, divertido, instrutivo, instigante e tecnicamente impecável.

24.10.13

Invasão à Casa Branca

Superior em tudo ao "O Ataque". Bem mais realista, bem mais violento, bem mais complexo, bem mais completo. A Casa Branca ficou em pedaços novamente mas desta vez com muito mais recursos. A trilha sonora é semi épica. A fotografia é inquestionável. A direção nos envolve de maneira fabulosa. O roteiro tem suas falhas e muitas delas são necessárias para que a ação possa fluir. É o caso do sistema de controle de armas nucleares e das ordens dadas pelo alto comando do exército: o cara é um absoluto tapado. É um dos aspectos que tiram o realismo do filme. Muitas sequências boas de tiro e de luta. Coréia do Sul e do Norte estão à beira do conflito. Um regimento militar americano instalado na divisa dos dois países impede o conflito há mais de sessenta anos na região. Um terrorista ultranacionalista coreano é um criminoso procurado e torna-se o chefe de segurança do presidente sul coreano. Ao recebê-lo na Casa Branca o tal terrorista mata o coreano, sequestra membros do primeiro escalão dos EUA (chefe de defesa, presidente, vicepresidente e outros) e exige que retirem as tropas americanas da divisa das Coréias. Um ex segurança do presidente consegue entrar na Casa Branca e, sozinho, dá seu jeito. Os argumentos são convincentes e se desenrola bem na trama. É meio forçado mas é muito bom!

21.9.13

O Ataque

Fórmula pronta. Um pai separado busca assumir uma vaga como segurança do presidente dos EUA. Aproveita a entrevista para levar sua filha pré-adolescente para visitar a Casa Branca. Um grupo paramilitar consegue entrar e dominar todo o prédio. O sujeito, reprovado na entrevista, torna-se o único que consegue proteger o presidente e evitar seu sequestro, então começa uma longa sequência de ação dentro dos cômodos da Casa Branca que incluem passeios por lugares e passagens que são considerados mitológicos. É um ótimo filme, com todos os aspectos técnicos atingindo o estado da arte da indústria cinematográfica. É um filme 'espetáculo', feito pra assistir na telona com a família e os amigos. O roteiro é cheio de humor, mesmo nos momentos mais dramáticos. Questões políticas ou econômicas complicadas passam desapercebidas. Ótimo entretenimento. 

20.9.13

Círculo de Fogo

Transformers com Godzilla. Sonho de infância de muitas pessoas que curtiam aqueles seriados toscos japoneses (Jaspion, Changeman, etc.) . Uma fenda no Círculo de Fogo (regiões abissais do Oceano Pacífico) possui uma passagem para outra região do Universo (ou sera outra dimensão de existência? Enfim...). Monstros gigantescos saem da fenda e provocam grandes destruições. Os monstros aparecem com regularidade matemática crescente. Para combatê-los, o mundo unido produz eficientes máquinas humanóides pilotadas por duas pessoas que as controlam conjuntamente através de uma ligação neuro-eletrônica profunda. Uma conexão neural entre dois cientistas e um desses monstros permite descobrir que esses monstros são parte de um plano de dominação e destruição da Terra. Então quando esses robôs gigantes são mais necessários uma decisão política interrompe o programa militar. Quase dez anos depois das primeiras aparições o projeto de criação dos jaegers (esses robôs gigantes) é ativado sob patrocínio privado e para evitar o fim do planeta eles decidem destruir a passagem da fenda. O filme é movimentado e a ação é incessante. A trilha sonora em tom épico mistura orquestra e violinos com guitarra e música eletrônica. Boa mescla. Fotografia caprichada. Direção realmente impecável. É um filme muito bem feito. Com dinâmica envolvente e roteiro bem alinhado exceto pelas discretas piadas sem timming. Curiosidade: a região conhecida como Círculo de Fogo fica na mesma latitude da região do Oceano Atlântico conhecida como Triângulo das Bermudas, ambas as regiões são abissais e ficaram famosas por causa de estranhos fenômenos magnéticos e desaparecimento de navios e aviões.