Uma aventura divertida, curiosa e empolgante. Blockbuster infalível! Dirigido com uma dinâmica eficaz, roteiro bem contruído e trilha sonora triunfal. Não gostei da cansativa fotografia em tons pastéis. Exceto pelo 'Parkour' - que já nem é tão novidade assim - o filme é clichê total, mas apresenta a eficaz fórmula mágica 'dysneyhollywoodiana' de fazer filmes agradáveis. Um corajoso garoto órfão é adotado como filho pelo poderoso rei persa. Na idade adulta é envolvido numa trama de morte do pai no qual é acusado de assassiná-lo. Foragido, ele conta com a ajuda de uma bela princesa, guardiã de uma faca mística cujo poder permite voltar no tempo. Imperdível!
Futurista e evangelizante. Tem um 'que' de filme 'noir'. Constante fotografia em sépia, trilha sonora intimista e boa direção. Com diálogos fortes e muitas citações bíblicas o protagonista segue seu caminho instigado por uma voz interior que ouvira há 30 anos. Neste futuro pós apocalíptico, todos os livros religiosos foram considerados responsáveis pela devastação do mundo e foram destruídos. Eli encontrara a última Bíblia mas em seu destino existe um poderoso criminoso que ambiciona o livro sagrado para aumentar seu poder e subjugar mais pessoas. Com boas sequências de ação intercaladas por momentos de introspecção.
Dinâmico e esclarecedor. Baseado no livro “Imperial Life in the Emerald City: Inside Iraq’s Green Zone”, de Rajiv Chandrasekaran, ambientado logo após a queda de Saddam, é bem verossímil. Exibe o caos de uma cidade em guerra de forma contudente. Um militar desconfia de que o informante do exército estaria ludibriando-os com dicas falsas e termina descobrindo que a guerra é um embuste montado por Bush e seu Governo. Interessante.
Tim Burton transformou a nebulosa criação de Lewis Carrow em uma rápida metáfora de fácil assimilação. Diferentemente da obra original as loucuras lisérgicas são minimizadas em prol de um visual mais sóbrio numa dinâmica de aventura. A trilha sonora é empolgante e é o melhor da película. Os efeitos visuais são um tanto toscos, criativos, mas toscos. É um filme divertido, com lição de moral e bem família. Alice, num momento decisivo de sua vida, precisa escolher entre o caminho seguro e previsível - sugerido pelos que lhe são queridos e próximos - e o caminho incerto que brota de um desejo íntimo e pessoal. Na fuga para adiar esta séria decisão, ela confronta seus medos e uma questão ainda maior: Ela seria a verdadeira Alice? Profundo e leve...
Um exemplo de filme iconoclasta. Dirigido com dinâmica lenta e enfadonha, nos trás uma trilha sonora intimista e pouco inspirada. A fotografia é pobre e totalmente clichê. O roteiro truncado e com narrativa pobre, mostra um texto que se salva exclusivamente pelos sábios ditos populares proferidos por Dona Lindu - como é conhecida a mãe de Lula, Eurídice Ferreira de Melo. Nem mesmo os instigantes e emotivos discursos de Lula são bem retratados aqui. O filme ofusca todo o brilho da trajetória do personagem Lula. Aliás, o filme deveria ser intitulado com o nome da mãe dele, pois o filme começa com ela, termina com ela e quase acaba com Lula. Com 16 minutos de filme ainda exibiam-se os créditos introdutórios. Tosco. Lula merece um filme digno do que ele representa. O Clã dos Barreto mais uma vez se aproveita de suas influências políticas para produzir um trabalho que serve apenas em benefício próprio. Este filme bem poderia ter sido produzido pelos velhos pefelistas (atuais 'pseudo' democratas). Que fique bem claro, a história é boa, mas o que fizeram com ela é deprimente.
Trilha sonora estupenda, com sequências incríveis, direção empolgante e fotografia bacana. O filho de um cientista culpa Stark pela morte de sua família e desenvolve um capacitor tão potente quanto o criado por ele. O Governo faz pressão política e econômica sobre a propriedade da tecnologia do Homem de Ferro enquanto um outro fornecedor de armas do Governo coopta o filho vingativo do cientista morto para criar armas que sobrepujem o Homem de Ferro. Com muita ação e comicidade. Show! Precedido por Homem de Ferro
Uma aventura adolescente empolgante e instrutiva. Com ótimos efeitos visuais, boa trilha sonora, fotografia caprichada e direção fluida. O roteiro, leve e com textos engraçados, revela o mítico destino de um filho de Netuno. Acusado de roubar o 'Raio-Mestre' de Zeus, o semideus adolescente é perseguido por diverentes entidades a mando de Hades (deus da dor e do sofrimento). Então, o filme exibe um passeio pelo panteão dos mitos gregos em pleno EUA. Legal.
Um terror de ação nebuloso em pleno deserto. Miguel, um arcanjo teimoso, desobedece ordens divinas e decide proteger a humanidade do apocalipse. Com sustos e clichês, uma jovem garçonete com uma gravidez indesejada é amparada por um rapaz apaixonado que promete assumir seu filho mesmo não sendo dele. A criança esperada é a única esperança da humanidade e a missão de todos no ermo deserto é defender o bebê. Curioso.
Quanto mais se sabe sobre mitologia grega mais interessante fica o filme. Sendo de 1981, ele é surpreendente para época. Os próprios efeitos especiais perdem importância diante do denso conteúdo mitológico. Além de sequências belíssimas, com uma fotografia privilegiada e trilha sonora envolvente. É um filme digno de grandes orçamentos ao estilo 'Senhor dos Anéis' e merece uma grande refilmagem. Se torna impagável só pela beleza de Andrômeda... É filme pra ter na coleção.
Um grande remake! Um épico verdadeiramente cinematográfico. O que mais impressiona é o conteúdo. Um relato mítico que fala dos grandes sentimentos humanos. Com direção dinâmica, boa fotografia, trilha sonora de impacto e efeitos visuais de encher os olhos. Os homens resolvem privar os deuses de suas orações. Isso os torna mais vulneráveis e faz com que o deus da dor e do medo se fortaleça. Um semideus é o único que pode salvar a humanidade da destruição e os deuses do julgo do mal. Fantástico! Invejo agora os que conhecem a fundo toda aquela mitologia, pois esses iluminados desfrutarão ainda mais deste filme.