18.8.02

Josie e as Gatinhas

Josie and the pussycats

Com Rachael Leigh Cook (Mel), Tara Reid (Jos) e Rosario Dawson (Val)

99 min

Universal Pictures, 2001

Direção
Deborah Kaplan e Harry Elfont

Fotografia
Matthew Libatique

Musica
John Frizzell

Jos, Mel e Val, o trio de gatas do rock'n roll, falando sobre os perigos e as manipulações das mensagens subliminares. Mel ´(baterista) continua doce, Val (baixista) continua sentindo um certo preconceito, Jos (vocalista) está adorável. Um filme pra aborrecente ver. Gostoso de assistir. A trilha sonora é legal, mas não faz meu estilo. É um quase-metal-eletrônico-instigante-pop. Eu j

27.7.02

O Diário de Bridget Jones (Bridget Jones’s Diary)


Com Renée Zellweger, Hugh Grant e Colin Firth. 97 min. Universal Picutres, 2001. Direção: Sharon Maguire. Fotografia: Stuart Dryburgh. Música: Nick Angel. Um filme encantador. Repleto de bom humor, conta a dificuldade de uma jovem mulher em conseguir seu par romântico. Além das idealizações e das pressões sociais contra a mulher solteira. Releva os medos que a sociedade alimenta quanto à possibilidade da mulher ficar pra titia. Uma obra-prima da comédia inteligente (me lembrou os “Normais”) com suas comédias de situações. O filme tem passagens realmente engraçadíssimas (como a parte em que ela vai ao Corpo de Bombeiros). O filme se passa em Londres, e mostra de forma um pouco caricatural os valores sociais ingleses. Curti muito o filme. A direção é perfeita, a fotografia é fabulosa, e a música... bem ,essa não poderia ser mais adequada. É um filme para ver com amigos, com a família e com seu amor. E mais uma vez de afirma a teoria de Edgar Morin quanto a feminilização da sociedade.
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Adoro Cinema
Site Oficial

Madame Butterfly


95 min. Com Geremy Irons.
Direção: David Cronenberg
Fotografia: Peter Suschitzky
Música: Howard Shore
The Geffen Film Company, 1993
In memory of David Bombyck

Que filme doido. Impressionante. Um filme fora dos padrões da cinematografia moderna. É o que se chama de cinema de arte. Com uma fotografia belíssima, uma direção impecável e uma música sonolenta, o filme envolve e assusta. Em meio a velha China um diplomata francês se envolve com uma atriz do teatro chinês. Sem perceber ele se apaixona por um espião que o usa para conseguir informações dos americanos para o governo chinês. Baseado em fatos reais, conta uma história inimaginável em termos de ficção. A história se passa a partir de 1964 e fala do amor profundo e verdadeiro de um homem por uma mulher. Observável são os aspectos xenófobos da cultura chinesa e do preconceito sexual da cultura ocidental. Definitivamente um filme sem o doce “happy end”. Quem diria, hein, senhora borboleta?
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DVD PT
Choveu

26.7.02

Rede de Intrigas

.com for murder

Com Nastassja Kinski e Nicollette Sheridan

99 min

Omega Pictures Inc., 2002

Direção
Nico Mastorakis

Fotografia
Andréas Bellis

Música
Ross Levinson

É um filme no máximo curioso. Não fossem os recursos tecnológicos, as casas computadorizadas e demais apetrechos hi-tech, o filme seria uma bosta. Conta a história de um hacker assassino, maníaco, com fobia de sexo que marca encontros através de salas de bate-papo (Chat) e mata essas pessoas. O tema e o conteúdo do filme tem seu valor didático. É daqueles filmes moldados pela ideologia do medo, do receio e não do entretenimento. E o pior, é um filme tão previsível que nem medo dá, nem mesmo um susto. A direção é sacal, a fotografia é razoável, mas devido a localização da casa em relação à cidade, com horizontes fantásticos e pouco explorados e tons. O design mostrado no filme é o que salva. Móveis, instrumentos, imóveis, carros, tudo do mais alto requinte e bom gosto. Pra quem gosta de amenidades é um bom filme. A música é bacaninha. As referências a Goethe são curiosas, mas nada profundas.

1.7.02

Guerra nas Estrelas II - O Ataque dos Clones


Mas é muitíssimo superior ao Episódio I. Gostei de mais. Assisti à sessão de estréia no Cinema do Shopping Benfica. Fui com Andrea, Enzo e Iago. Foi show. Vale a pena assistir dezenas de vezes. É como todos os bons episódios. comparável ao Retorno de Jedi. Fiquei pensando, se o roteiro do episódio 2 foi escrito antes de 1977, como podem ter elaborado tão perfeitamente a cientificidade dos clones? É intrigante, fabuloso, fantástica. E a rainha Amidála é maravilhosa, estupenda, estou apaixonado.

18.6.02

Tá Todo Mundo Louco

Rat race

Com lanai chapman, rowan atkinson, John cleese, whoopi Goldberg, cuba gooding jr., seth green, wayne knight, jon lovitz, breckin meyer, Kathy najimy, amy smart, dave Thomas, vince vieluf,

Paramount pictures, 2001

Direção
Jerry zucker

Fotografia
Thomas ackerman, asc

Musica
Jonh powell

Mais uma comedia de corrida maluca. O filme é quase um remake de todos aqueles filmes de corrida do ouro ou em busca de tesouro promovida por um milionário excêntrico. O filme não tem quase nada de original, mas diverte. De original mesmo só os erros de continuidade que percorrem todo o filme. Direção fraquinha, fotografia básica, música mais ou menos. Qualquer criança adoraria. O premio é de dois milhões de dólares e quem chegar primeiro em Silvercity no México recebe a bolada. Me despertou um certo receio quanto os ideólogos do Nazismo, do Fascismo, do martírio, da desventura, da desgraça, da miséria, das do fim.

Magnólia

For fa and ea

1999, New Line Cinema

178 min.

Com tom cruise e Julianne moore

3 indicações para o Oscar

Direção e roteiro
Paul Thomas Anderson

Fotografia
Robert elswit

Música
Jon brion

CENAS DAS MAIS DANTESCAS DO CINEMA CONTEMPORÂNEO. Até que ponto algo é perdoável? O ser humano é capaz de coisas desumanas, mas também é capaz de arrepender-se! O filme conta histórias paralelas. Histórias de relações entre pais e entre pais e filhos principalmente. Uma conta a tragédia pessoal de um garoto abandonado com a mãe pelo pai, é a história de um desprezo, outra conta a história de cobranças do pai, outra do assédio sexual do pai, outra de frustração pela falta de amor demonstrada pelos pais, outras falam de arrependimentos, intolerâncias, impotências. Mas nada impressiona mais que a repentina chuva de sapos. Uma metáfora impagável diante de tantas complicações existenciais. A direção belíssima explora um jeito diferente de contar historia. Tanto que passei o filme inteiro procurando relações pessoais entre os personagens, o que só acontece muito sutilmente. Gostei, é um belo filme. A fotografia também está de parabéns e a música é encantadora. Só não achei a “magnólia”.
novidades na webmagno

15.6.02

Terra de Ninguém

No man’s land
200.000 mortos... 2,5 milhões de refugiados...É um filme fascinante e comovente. Impressiona os aspectos reais do filme. Repleto de humor (negro) e cheio de atitudes irracionais. Numa paisagem linda um acontecimento tão terrível. Surpreende. O filme tem uma direção muito boa, e a música também é muito bem pontuada. Terra de ninguém é um lugar fronteiriço entre as tropas servias e os bósnios. Um lugar de trincheiras, e é lá onde se passa todo o filme. Vemos as tropas da ONU e os jornalistas como agentes neutros no meio de tanta loucura. As discussões infantis entre os sérvios e os bósnios é motivo de piada. De uma forma leve assistimos a uma das mais aterradoras realidades. A situação é a seguinte: Uma tropa de resgate bósnia é surpreendida por um nevoeiro e se perde. Ao amanhecer a nevoa se dissipa e eles são arrasados pelos sérvios. Sobrevivem dois bósnios. Dois sérvios vão inspecionar o lugar para ver se estão todos mortos. Os sérvios armam uma mina embaixo de um dos bósnios sobreviventes que estava desmaiado. O outro bósnio que se escondera mata o sérvio que armou a mina e fere o outro. A confusão é esta. Um bósnio vivo em cima de uma mina que explodirá se ele se levantar. Um bósnio armado e ferido dentro de uma trincheira com um sérvio armado e ferido dentro da mesma trincheira. Conseguem um breve cessar-fogo chamam as tropas da ONU e a mídia. A discussão agora é quem vai fazer alguma coisa. É um filme muito esclarecer e crítico. E tem um final que mexe com a gente. Vale a pena ver, rever e rever. Altamente recomendável. Principalmente por tratar de um assunto tão sério de forma leve e densa, característica rara em filme do gênero.

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Felipe398

A Revelação – dois mil anos de maldição

Revelacion

110min

Com terence stamp, udo kier e derek Jacobi

Romulus film, 2001

Direção
Stuart urban

Fotografia
Sam mccurdy

Música
Edmund butt


Ciências ocultas, misticismo, religião, crenças, ciências, astrologia, profecias, símbolos sagrados, códigos secretos, holística, enfim, os autores juntaram todas as impossibilidades e reforçaram um antigo mito: a volta de Cristo. Numa confusão de informações superficiais, o filme interpreta códigos gregos, penetra na máfia maçônica, invade o Vaticano, os beneditinos, os judeus, joga uma cachoeira de dados rasos sobre um assunto profundo. Cavaleiros Templários, Madalena, Turquia, Espanha, França, Itália, o filme nos remete a mundos de possibilidades improváveis e nos deixa no final a esperança de um filho legítimo de Deus e um clone que poderia ser o verdadeiro anti-Cristo tutoriado equivocamente pelo Vaticano como o descendente direto de Cristo. O filme é uma confusão e não me convenceu. Mas é rico em interpretações simples de símbolos como o de Vênus, da Estrela de David (aquela de cinco pontas), de símbolos da maçonaria, enfim, uma miríade de sem fim de conceitos baseados em interpretações, revelações e visões. O filme é intrigante, quase inteligente, mas não chega a ser imprevisível nem sensacional. A direção e a fotografia deixam um pouco a desejar e a trilha sonora também não chama atenção. Vale a pena assistir de novo mas não é urgente. É um filme didático da pra render várias discussões com seus elementos políticos, ideológicos e religiosos. Um detalhes sinistro são as formas que a maçonaria usa para punir e matar seus “traidores”.

30.5.02

O Dom da Premonição (The Gift)


Com Cate Blanchett e Keanu Reaves. 111 min.
Lakeshore entertainment / alphaville producion e Paramount Classics, 2001.
Direção: Sam Raimi
Fotografia: Jamie Anderson
Musica: Christopher Young
Um suspense muito bom. Mas muito bom mesmo.
Gostei demais do filme. É um filme raro. Gostei mesmo. Ficou super legal a trama as intrigas. Toda a realidade construída do roteiro... Fotografia no clima... Efeitos visuais e especiais arrepiantes e sinistros. Trilha sonoro nos nervos. O filme impressiona.
É a historia de uma recém-viúva que sustenta 3 filhos pequenos trabalhando como vidente. O filme permeia aquele caminho do mistério vínculo com o além. Sobre como o preternatural influi na vida de pessoas comuns. Sobre como a realidade pode nos enlouquecer. O “presente”, que pode ser interpretado como “dom”, ou mesmo “donativo”, é um elemento sobrenatural.
É um filme de intrigas e relações sociais numa cidade pequena do interior.
Keanu Reeves no papel do vilão co-adjunvante me surpreendeu.
Lembrando Aldous Huxley é um filme que deperta "um sentimento de realidade na experiência visionária", "a própria experiência mística".

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''Ataque'' e "Homem-Aranha'' têm desempenho forte fora dos EUA

da Reuters, em Sydney

Depois de estrear com números impressionantes em algumas partes do mundo, "Guerra nas Estrelas: Episódio 2 - O Ataque dos Clones" passou voando pelo segundo final de semana nos cinemas, dominando as bilheterias na Europa, Austrália e partes da Ásia, enquanto "Homem-Aranha, o Filme" fazia o mesmo no Japão e na América Latina.

Os cavaleiros Jedis arrecadaram aproximadamente 36,7 milhões de dólares em 73 países, elevando a bilheteria estrangeira total de "Clones" para US$ 128,9 milhões.

O épico de George Lucas rendeu US$ 1,1 milhão na Noruega, dominando 80% do mercado e superando em 40 por cento a estréia do "Episódio 1". No Reino Unido, seu total em dois finais de semana chegou a US$ 31 milhões.

Na Alemanha, o filme já arrecadou US$ 21,1 milhões. Já na França, acumulou US$ 15,4 milhões e, na Austrália, US$ 11,3 milhões.

O desempenho de "Clones" também foi estelar na Espanha, Itália, Suécia e Suíça. No Brasil, a superprodução chega só em 5 de julho.

A Sony estima que "Homem-Aranha" rendeu US$ 18,5 milhões em 33 países no fim de semana, elevando sua bilheteria estrangeira total para US$ 100,2 milhões, sendo que o filme ainda não estreou na Europa ocidental, Austrália e Nova Zelândia.

A aventura dos quadrinhos arrecadou o total inusitado de US$ 1,4 milhão na Índia, 24% acima do campeão anterior de bilheteria, "O Retorno da Múmia", e US$ 496 mil na Indonésia.

No Brasil, México e Venezuela, "Homem-Aranha" registrou as maiores cifras para um filme novo em seu segundo final de semana em cartaz.

No Japão, o herói atraiu respeitáveis US$ 27,5 milhões em seu terceiro final de semana.